domingo, 2 de outubro de 2011

As cachaças da Chiquita

Rumos parou na Barraca da Chiquita, localizada na Feira de Tradições Nordestinas de São Cristóvão. Mas vou falar de comida? Não! Aliás, eu fui como um “meio penetra”. O evento era o aniversário da amiga de um amigo. O destaque dessa aventura etílica está na boa localização e, é claro, na variedade de marcas de cachaças.





Primeiro, vamos descrever o local do estabelecimento. Como se trata de um restaurante, ele dispõe de muito espaço. Mas quem vai lá para comemorar alguma data, pode ocupar o segundo piso. Você encontra aquelas mesas gigante de madeira, onde cabe uma “mulambada” expressiva. Fica bem em frente ao palco do Jackson do Pandeiro. E, apesar de ser perto do palco, dá para conversar um pouco. Quem quiser se isolar do som de vez, tem até uma sala com ar condicionado. É só ver o site do estabelecimento.




Agora, o que mais gostei foram as cachaças (novidade!). Uma variedade boa. Segundo o site, tem mais de 80 rótulos disponíveis e o cardápio é feito de couro, ao estilo nordestino (vide fotos). Lá encontrei diversas cachaças que não conhecia, mas, por incrível que pareça, não muitas do nordeste - a maior parte da região de Minas Gerais. Teve uma que me chamou atenção de forma inusitada: a Mingote. Ela vem da cidade de Minas chamada de…....? Cláudio, isso mesmo, meu nome. Eu nem sabia que existia essa cidade. E ainda produz cachaça. Que maravilha! Já estou planejando uma viagem prá lá. (risos)







Então é isso, pessoal, vocês podem passar lá na Barraca da Chiquita. Uma das melhores opções da feira de São Cristóvão. Forte abraço e até a próxima.

Colaboração: Lydianna Lima

http://www.barracadachiquita.com.br/

Barraca da Chiquita
Cmp S Cristóvão - São Cristóvão
Rio de Janeiro - RJ, 20921-440
(0xx)21 3860-2047

sábado, 10 de setembro de 2011

O Boêmio do Méier – Mais um longe do Burburinho - Nota rápida

Outro dia, o Rumos conheceu um novo bar no Méier. Saindo um pouco do burburinho do clássico Baixo Méier - mais precisamente na Rua Constança Barbosa, ao lado do antigo fliperama do bairro - se encontra O Boêmio.

Um boteco singelo, inaugurado há quase dois anos, não tem nada demais. Seguindo a moda dos bares ditos 'pé limpo', na parte gastronômica, encontramos petiscos comuns desse tipo de casa. Dentre as bebidas, há as cervejas tradicionais e cachaças artesanais de sempre: como Salinas, Seleta e etc.. Segundo minhas últimas pesquisas, lá é um dos poucos bares que ainda vendem esse tipo de iguaria na região.
O diferencial fica por conta do designer do seu cardápio (vide a foto abaixo) em formato de chapéu de malandro. E se você fizer amizade com a galera que trabalha lá eles aceitam sugestões musicais para DVD's e sons para passar em suas TV's de LCD.





Enfim, galera, fica mais uma dica rápida para quem procura mais discrição para tomar aquela cervejinha com os amigos.

Até a próxima

O Boêmio
Rua Constança Barbosa, 138 - Méier - Rio de Janeiro , RJ

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Botecos de Clubes Tradicionais de Bairro

Quem não se lembra de clubes como o Mackenzie do Méier, o Grajaú Country ,o Tijuca Tênis clube, entre outros do subúrbio do Rio de Janeiro. Rumos desembarcou no São Cristóvão Imperial. Tinha um aniversário do querido amigo Seu Pereira. Esse ambiente de clube me lembra muito a minha infância. Houve épocas em que nossos pais nos levavam para esses lugares no final de semana para desfrutar de suas dependências. Era piscina, jogar futebol de salão com os amigos, brincar no parquinho e almoçar aquele bife com fritas que você esperou a semana inteira na cantina do clube. E é nesse tipo de boteco que fui parar numa sexta-feira calorenta. No São Cristovão Imperial encontramos um estabelecimento com nome de São Crica’s Bar. No intento de manter a clientela até de noite e fazer frente às outras atrações da noite carioca, o Crica’s, de vez enquando promove umas festinhas com banda ao vivo, e às vezes aparece algumas surpresas. No dia, tinha um conjunto, na qual infelizmente não me lembro nome, que tocava diversos covers, inclusive de músicas do Santana e Bon Jovi.

O interessante do aniversário foi que a casa deu uma “certa liberdade” para comemorar, e a comida ficou por conta da família do anfitrião que trouxe frios típicos e salgadinhos básicos. O bar só ficou fornecendo a bebida.

A festa andou na maior tranqüilidade. Nessas interações o Rumos sempre encontra algum personagem interessante. Dessa vez não foi um garçom, mais um convidado. Conheci o Seu Sergio, mas conhecido como Chachufa. Será que estou falando nome certo? (Risos) É uma pessoa incrível, literalmente um cara da noite. Vende camisas alternativas de time, não pirateadas. Segundo ele, a diferença vai por não ter marca e nem patrocínio. Feita em casa, artesanalmente. E ele vive disso, circula os bares e botecos da cidade vendendo essas camisas, e ainda, pra quem quiser, faz encomenda também. Tricolor fanático, ele contou varias historias sobre sua vida. Mostrando em seus depoimentos a essência da vida no subúrbio.

Então é isso minha gente. Os Clubes de bairros continuam vivos por ai. E sempre haverá uma cantina do lado de uma piscina para você tomar aquela cervejinha e bater aquele papo furado.
Até a próxima pessoal.








São Crica’s Bar - CLUBE DE SÃO CRISTÓVÃO IMPERIAL
Rua Gal. José Cristino, 19 - São Cristóvão -RJ

sábado, 16 de julho de 2011

Os escondidos da Lapa – Os Ximenes

O caos urbano da Lapa sempre me fascinou. Aquelas ruas cheias, engarrafamentos enormes, e é claro, muita gente bonita. Essa desordem é tão grande, que de uns tempos pra cá, a prefeitura tem fechado as principais vias do bairro para facilitar a circulação de pessoas. Mas no último verão essa medida não adiantou. Parece quando está calor infernal na cidade maravilhosa todo mundo resolve ir para esse local boêmio.

Dentro desse “crowded”, o Rumos, junto com grandes amigos foi tentar beber algumas cervejinhas e jogar conversa fora. Tentamos primeiramente ir à Casa da Cachaça, mas, como sempre estava lotada. Olhando pouco ao redor, vimos uma mesa sobrando num bar em frente. Ficamos um tempinho lá, mas alguns amigos tinham que ir embora mais cedo.


Parte da galera ralou peito (essa é antiga ein?) fomos procurar outro lugar para beber. Depois de caminhar por quase uma hora procurando algum recinto não lotado, eis que surge uma luz no fim do túnel. Através de um camarada com apelido de biscoito e freqüentador da região, ele deu a sugestão de irmos lá pelo cafundós da Rua Joaquim Silva, perto da escadaria. Ali encontramos um cantinho muito intimista e finalmente às 4 da manhã conseguimos sentar de novo.





No Bar e Restaurante Os Ximenes também não foi fácil arranjar uma mesa. Tivemos que esperar um pouquinho e aguardamos um jovem sair, ele conversava com um garçom personagem do local chamado Salomão. Fomos servido por esse simpático e engraçado funcionário. Bebemos a cerveja Devassa e, é claro nos deliciamos com umas cachacinhas clássicas. Resumindo, em termos etílicos, nada muito diferente de outros estabelecimentos. Igualmente para a parte alimentícia. Com poucas opções: o destaque vai para o frango a passarinho e o caldo de feijão.




As Melhores coisas do boteco: de fica aberto até de manhã, um daqueles lugares que só fecha quando o último cliente vai embora ( nosso irmão “Cookie man” já pediu um frango a passarinho às 7 da matina!) e o ambiente com um clima aconchegante, meio praieiro.








Galera essa é a mais uma dica. Se não conseguiram encontrar um lugar para sentar na Lapa, ande mais um pouquinho e vá até Os Ximenes. Lá vocês têm mais chance. (risos) Até a próxima.

Bar Os Ximenes
Rua Joaquim Silva, 82
Tel. 2221-6081

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Gato de Botas

Nada como reunir amigos num fim de ano. E isso é um problema sério. Às vezes você não consegue dar conta das festas que acontecem. É comemoração do trabalho, reunião com pessoal da faculdade, do segundo grau, do trampo antigo, do último estágio, de amigos diversos e por aí vai. Numa dessas reuniões, uma grande amiga me convida para ir num bar sobre o qual, há muito, o Rumos gostaria de falar. Conhecido como Gatinho entre as meninas, o Gato de Botas Bar e Lanchonete surgiu a partir da saída do cozinheiro Seu Agostinho do Bar do Costa, que resolveu abrir seu próprio negócio com seus filhos. E muito do seu talento, evidentemente, ele levou para esse novo estabelecimento. Um diferencial do bar é ficar fora do burburinho da esquina Rua Torres Homem com Visconde de Abaeté, considerado por muitos, o baixo Vila Isabel. Mas vamos para o que interessa.

Começando pela parte etílica, lá tem uma cachacinha mineira, sem nome, de barrilzinho de madeira, não envelhecida, mas muito boa. O carro chefe fica por conta da famosa batida de maracujá, que vem com uma ou duas pedras de gelo. E, claro, cervejas com camisinhas, porque todo mundo tem que beber seguramente (risos). Essa é péssima!




O bolinho de bacalhau é esperto e tem uma versão com camarão. O caldo de feijão e de ervilha tem preços muito em conta. Resumindo, os petiscos geralmente não passam de 30 reais, e ainda tem opção de meia ou inteira porção. Outra característica distinta é sua porção de batatas fritas com queijo derretido e bacon, ou calabresa. O queijo é muzzarella e não cheddar ou parmesão, que muitos estabelecimentos colocam. E pra finalizar, ainda tem uma famosa salada de bacalhau.

Nesses lugares tem que ter os personagens e no Gato de Botas fica por conta dos garçons Pet e Ramon. Outra curiosidade é o banheiro dos homens. Galera, é minúsculo! Nunca vi um banheiro tão pequeno. (Risos).



Então é isso pessoal, fica mais essa dica, de quem quer ir num excelente bar de tapas e não ficar na barulheira da esquina ao lado. Até a próxima.


Gato de Botas
Rua Torres Homem, 118C - Vila Isabel tl. 21 2567-7471
Seg a sex., das 15 à 0H, sáb e dom, das 10h à 1 h

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Os escondidos da Ilha, Cinderela. – nota rápida.

O Rumos continua sua caminhada na procura do Bar perfeito. Srsrsrrs Mentira. Não precisa ser perfeito, só precisa ser diferente. E também pode ser simples. Depois da formatura de uma grande amiga, lá na Freguesia, que não a do Ó, de São Paulo, mas da Ilha do Governador, encontrei o lugar da “Cinderela” literalmente, ou seria etilícamente. Um boteco, que na verdade se identifica mais como pizzaria, e já foi uma tentativa de ser um Manoel e Joaquim. Esse “pé limpo” tentou ser uma espécie de Belmonte, abrindo em vários bairros, antes mesmo do próprio Belmonte expandir. Esse tipo de expansão tem de ser bem estudado, independente se é franquia ou não. O problema acontece quando essa ampliação de redes de bares e restaurantes são feitas de forma desordenada , com escolha de pontos duvidosos sem falar na possível perda da qualidade de seus produtos e atendimentos . Mas o assunto aqui não é marketing e sim falar de boemia.

A característica boa do Cinderela, que manteve a arquitetura do antigo bar, é de oferecer pizzas boas e bebidas em conta. Foi um único local até agora que encontrei a Antártica, Brahma, Skol e Bohemia com o mesmo preço. E não existia garçom, e sim garçonetes. A única coisa que incomodava um pouco era o calor. Os ventiladores não dão conta do recado. Na decoração tinha uma varanda de arame no meio do salão. Às vezes eu não entendo esse tipo de arranjo. Rsrsrsr Mas esse é outro assunto para arquitetos e decoradores.

Bom, fica mais uma dica para quem passar na charmosa Ilha do Governador. Forte abraço a todos e até a próxima.



Cinderela
Rua Magno Martins, 22 – Freguesia – Ilha do Governador tel. Tel.: 3353-1791

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Sábado de sol no Mercado Municipal e noite roqueira

Rumos acordou às 10 horas. Pegamos o metro e fomos parar no Mercado Municipal Paulistano. Para ir até lá tivemos que passar pela famosa Rua 25 de Março, uma espécie de Saara Paulista. Descendo a ladeira e andando mais alguns quarteirões chegamos ao destino. Queríamos os sanduíches e os famosos pasteis do local. Tudo estava superlotado. Paramos na Linguiçaria Di Callani e comi o excelente sanduíche de calabresa com queijo, Ferrito o de calabresa ao Vinagrete e Victor o famoso pão com mortadela de “três andares”, carro chefe junto com pastel de bacalhau no Mercado. De tão abarrotado não deu tempo de provar essa ilustre iguaria. Queríamos beber alguma coisa e decidimos ir para o mezanino onde ficam os bares, e mal conseguimos arranjar uma mesa. Encontramos uma mesa alta numa choperia, e claro provamos o delicioso chop cremoso, sempre acompanhado de uma cachacinha. Vou ficar devendo essa marca de novo, só digo que não tem no Rio também e era bem fortinha. O que foi observado é, principalmente aos sábados, famílias inteiras vão para o mercadão para comer.






Tínhamos outros compromissos, e duas horas da tarde voltamos a paulista para prosear com um amigo e combinar uma balada. No aguardo dele tivemos um pit stop na Cafeteria da Casa das Rosas. Bebemos a famosa soda italiana. Nessas horas bate aquela sensação na qual estamos num ambiente agradável. Uma mesa no meio deu um belo jardim, com aquela brisa batendo um bom papo.




Continuando a jornada, voltamos para Vila Madalena, visitar um grande poeta, e depois conhecemos as ruas principais do bairro, onde não tínhamos passado no dia anterior. Finalmente apreciamos uma rua cheia de bares, e passamos em frente a uma livraria famosa da cidade.

À noite encontramos nosso amigo da Casa das Rosas, e para esquentar paramos em outro bar. É o AJ Bella Cintra sucos e lanches. Salgados bem fartos e cervejas bem geladas. Claro teve as cachacinhas, mas não tinha muita variedade de marca. Dessa vez foram as mesma de sempre, da região de Salinas.
Bebendo aqui e ali, paramos na Boate de Rock Fun House. Gente, como São Paulo é da noite mesmo. Chegamos à casa noturna a meia noite meia, e nem tinha aberto. Conseguimos entrar porque um amigo do nosso parceiro paulista ia ser vj da casa. Ué, não é dj? Não meu caro leitor é vj e ele se chama Fábio Vietnika. Ao em vez de música somente, o mix era de clipes. Bom a casa é muito aconchegante, e ia aos poucos enchendo, mas não ficou lotada, que ótimo. No lugar drinks típicos de boate mesmo mas o que chamou atenção foi uma espécie de irmão do bola de fogo que o Victor resolveu experimentar. Era o Cérebro de Rato. No segundo andar tinha um lounge para você descansar. Às 3 da manha estava cansado e fui, nem sei como, para o hotel que ficava a dois quarteirões.
Bom aqui termina minha jornada de verão, forte abraço a todos. E agradeço sempre as boas companhias de Ronaldo ferrito e Victor Paes, e é claro ao nosso amigo paulista Donny Correia.

Até a próxima pessoal.


Aj Bela Cintra Sucos
Rua Bela Cintra, 740 – São Paulo

Fun House
Rua Bela Cintra, 567
Tel. 11 3259-3793