Que Santa é uns dos bairros mais charmosos do Rio de Janeiro já não é novidade. Numa sexta-feira com amigos, depois de umas sessões de Anima Mundi (Sensacional!!!), fui parar lá. Os bares do Largo dos Guimarães cheios resolvi andar um pouquinho, sair da muvuca e parei no Bar do Gomes, que na verdade se chama Armazém S. Thiago. Um boteco fundado em 1919. Uma relíquia da velha e baixa gastronomia da cidade. Evidentemente, com adventos estéticos da boemia carioca nos últimos tempos, o armazém deixou de ser armazém em 2006 e virou um “pé limpo”.
O lugar é um “museu” de estabelecimentos do gênero. Sua decoração se manteve como nos tempos áureos da cidade maravilhosa com móveis antigos, caixa registradora do início do século, geladeiras de madeira e lindas prateleiras.
Na parte etílica, diversas marcas de cachaças. Neste dia bebi Vale Verde e Água da Bica. Na cerveja curti a Serra Malte para dar uma variada. O croquete alemão, perfeito. E pra fechar, tirinhas de frangos sempre acompanhada de mostarda preta.
Segundo o texto do seu cardápio, o local é freqüentado por pessoal de todas as tribos. Mas o que vi foi muita gente da área. Estava com amigo de lá, que não parava de falar com seus vizinhos. Enfim, essa velha ambiência de cidade do interior que todo mundo se conhece, na qual só encontramos em poucos e tradicionais bairros da cidade hoje em dia.
Então, indo para Santa, passe no Armazém São Thiago. Mais Histórias do local é só ir ao site ai embaixo do próprio estabelecimento. Até a próxima pessoal.
Armazém São Thiago
Rua Áurea, 26 – Santa Teresa – RJ
(Bondinho linha Paula Matos)
Tel. 21 22320822
http://www.armazemsaothiago.com.br/
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Vitória Lanches- Comida Caseira de Qualidade
Nem sempre podemos levar para nosso trampo a maravilhosa comida de casa. Então, no centro da cidade, podemos achar ambientes onde há rango caseiro de qualidade.
E um desses lugares é o Vitória Lanches.
No local encontramos o velho e bom papo de futebol entre os clientes e os donos do estabelecimento. Uma lanchonete como outra qualquer, vendendo salgados e sanduiches. Só que na hora do almoço eles preparam aquela gororoba caseira de qualidade. Desde 1956, a casa é comandada por três gerações de sócios, hoje, chefiada por Luiz e Márcio, na qual estão no balcão sempre te servindo e conversando contigo.
O preço é muito em conta, geralmente um PF custa em média R$ 10 reais. No cardápio tem a tradicional carne assada, típica desses lugares e com certeza é a mais pedida. Eu, para não perder a prática, sempre peço um milanesa de carne que por sinal estava ótimo. O feijão é gostoso. Não se come feijão em qualquer recinto, mas o dele pode confiar. Lá, não tem frescura, o cliente enche o bucho no balcão mesmo. Agora, uma dica. Chegando na hora do almoço o ponto fica cheio, então paciência e esperar a sua vez.
Enfim, não deixe de dar uma passada no Vitória Lanches, uma boa opção da comida de sua casa, e em conta.
Vitória Lanches
Rua Gonçalves Dias, 16B- Centro
E um desses lugares é o Vitória Lanches.
No local encontramos o velho e bom papo de futebol entre os clientes e os donos do estabelecimento. Uma lanchonete como outra qualquer, vendendo salgados e sanduiches. Só que na hora do almoço eles preparam aquela gororoba caseira de qualidade. Desde 1956, a casa é comandada por três gerações de sócios, hoje, chefiada por Luiz e Márcio, na qual estão no balcão sempre te servindo e conversando contigo.
O preço é muito em conta, geralmente um PF custa em média R$ 10 reais. No cardápio tem a tradicional carne assada, típica desses lugares e com certeza é a mais pedida. Eu, para não perder a prática, sempre peço um milanesa de carne que por sinal estava ótimo. O feijão é gostoso. Não se come feijão em qualquer recinto, mas o dele pode confiar. Lá, não tem frescura, o cliente enche o bucho no balcão mesmo. Agora, uma dica. Chegando na hora do almoço o ponto fica cheio, então paciência e esperar a sua vez.
Enfim, não deixe de dar uma passada no Vitória Lanches, uma boa opção da comida de sua casa, e em conta.
Vitória Lanches
Rua Gonçalves Dias, 16B- Centro
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Botequim da Frau - Andando pela cidade de Joinville

“Matérias de jornais antigos sobre a segunda guerra mundial.” Fazia essa observação meu primo que me acompanhava pelas andanças boêmias de Joinville. Estávamos num dos bares mais charmosos da cidade o Botequim da Frau. O lugar começou como um boteco de jogos de dominó no final dos anos 60 com o nome de Bar Colón. Quando dona Frau se aposentou em 2006, o estabelecimento foi reformado e colocou-se o nome dela em sua homenagem. Hoje ele é dirigido por quatro sócios, proprietários de outros quatro restaurantes na cidade. O simpático gerente Dirceu, conversou com Rumos e destacou que quinta-feira tem a roda de samba feita pelos próprios clientes que queriam animar mais o local. Frisou também, que o local tem feijoada todo sábado e nesse dia tem mesas disponíveis na calçada. “O bom e velho boca a boca é o que faz a casa crescer a cada ano”. Conclui o gerente.
Na decoração do Bar, além dos recortes de jornais antigos já ditos, você encontra também cartazes de bares, lojas e farmácias de São Paulo e Rio Antigo. Mas o que me agradou muito, não só no bar, mas em toda Joinville, foi o acolhimento que segundos amigos que moram na região, é típico do povo do estado de Santa Catarina. O atendimento na Frau se mostra formal e informal ao mesmo tempo. Por exemplo, no dia que fui, pedi uma vodka Absolute (preço camarada de R$8,50, que no Rio você encontra no mínimo R$13,00). A atendente, muito simpática, me faz uma pergunta de como quero a bebida, se em copo pequeno ou grande. È um detalhe que pode parecer banal, mas essas pequenas situações é que dão charme ao lugar. Ah lembrei, a vodka é servida congelada.
Na culinária, a costela é bem pedida, mas acabei comendo os pasteis quadradinhos, com bastante recheio. Muito bom. Então é isso galera, Rumos também viaja de vez enquanto, e acaba encontrando locais como esse por ai.
Passando em Joinville, não deixe de visitar Botequim da Frau. Um abraço a todos.
Botequim da Frau
Rua Aquidaban, 1164 - Gloria - Joinville – SC
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Outra segunda-feira caminhando pela noite, agora no Rival, ou seja, no Café Rival- Mais um Bar para o Projeto Ox.
Nessas andanças pela noite do centro do Rio, lá numa rua escondida, na Laura Alvin, atrás da Cinelândia, existe um café. Alias um anexo de casa de show. O teatro Rival criou um point, há alguns anos, para as pessoas tomarem sua cervejinha antes e depois dos shows da casa. No começo até “bombou”, mas agora sempre tem uma mesinha pra gente sentar. Mas o impressionante, é que descobrimos um local que podemos bater um bom papo e pagar barato. Isso mesmo, os preços são bem em conta. Pela primeira vez o blog dá grande destaque aos preços. Começa pela cerveja que custa R$4,00 (Antártica Normal). Depois vêm, (adoro) as cachacinhas. Marcas tradicionais mineiras entre R$ 2,50 a 4,00. E por fim a comida, com nomes de artistas que já se apresentaram no Teatro. Na parte de frios tem o “Carvalhinho” (queijo prato, salame, torradas, pães e pasta), “Dercy Gonçalves’ (queijo provolone, prato, minas, padrão, torradas e pães e pastas). E temos também os petiscos como “João Nogueira” (Mini-kibes 12 unidades), esse por apenas R$10,00 e lingüiça calabresa por R$ 12,00. Enfim, o projeto Ox já encontrou mais esse bar. E vamos que vamos. Abraço a todos.
sábado, 19 de junho de 2010
Brasil Rural - Viva a Cachaça _nota rápida
Rumos esteve na sessão de cachaça do Brasil Rural Cultural. Visitamos diversas distribuidoras e fabricantes. Mas o interessante mesmo foi uma amostra de como se faz a cachaça. Um grupo de uma Universidade do interior do Estado do Rio estava lá mostrando o processo de se fazer um aguardente. É claro, com uma provinha no final. rsrsrssr
Nas barracas, o destaque vai para as cachaças gauchas, pois a fabricação delas é tão criteriosa que se assemelham com os vinhos. Este tipo de procedimento proporcionam a eles produzirem muitos blends de cachaças, misturando diversas madeiras em uma garrafa só.
Eu sei que o evento já passou. Mais estou aguardando o deste ano para provar mais cachaças. Abaixo seguem as fotos.





Até a próxima pessoal. Onde houver cachaça ou bebida o rumos vai atrás.
Nas barracas, o destaque vai para as cachaças gauchas, pois a fabricação delas é tão criteriosa que se assemelham com os vinhos. Este tipo de procedimento proporcionam a eles produzirem muitos blends de cachaças, misturando diversas madeiras em uma garrafa só.
Eu sei que o evento já passou. Mais estou aguardando o deste ano para provar mais cachaças. Abaixo seguem as fotos.





Até a próxima pessoal. Onde houver cachaça ou bebida o rumos vai atrás.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Uma segunda-feira de “Antigamente”
Com meus amigos da editora Confraria do Vento, uma segunda-feira, meio chuvosa fui conferir o bar “Antigamente”, na Rua do Ouvidor. Comandado por Dona Ana e seu filho Bernardo, o estabelecimento esta concorrendo na edição de 2010 do “Comida Di Buteco”. O petisco é a “Seleção Brasileira”. Ele vem escalado com 11 bolinhos de sabores: mandioca, feijão tropeiro, frango com Quiabo e abóbora com carne seca. Outra pedida são os sanduíches de filet mignon, que nunca vi tão macio, o pastel de costela, com massa caseira, e o prato novo “Costela Boemia”. A tradicional feijoada carioca é apresentada com louvor toda sexta e não deixa nada a desejar para os concorrentes.

Grupo Rio, Samba e Jazz. Foto: Rita Dahl
O Boteco tem 2 anos e meio, e o que chamou atenção foram seus happy hours discretos que não atrapalha o velho bom bate-papo. Você fica do lado da banda, e a música no volume certo acaba dando uma ambiência de lounge ao local. No dia que eu estava, o grupo em questão era “Rio, Samba e Jazz”. Mas a cada quinze dias, no sábado, acontece sua famosa roda de choro com uma velha guarda de sambistas. Então gente, fica mais uma dica do Rumos, que continua caminhando pela cidade.

Antigamente
Rua do Ouvidor, 43
Seg. a Sex. 11:30 às 0h. Sábado 12h às 19h.

Grupo Rio, Samba e Jazz. Foto: Rita Dahl
O Boteco tem 2 anos e meio, e o que chamou atenção foram seus happy hours discretos que não atrapalha o velho bom bate-papo. Você fica do lado da banda, e a música no volume certo acaba dando uma ambiência de lounge ao local. No dia que eu estava, o grupo em questão era “Rio, Samba e Jazz”. Mas a cada quinze dias, no sábado, acontece sua famosa roda de choro com uma velha guarda de sambistas. Então gente, fica mais uma dica do Rumos, que continua caminhando pela cidade.
Antigamente
Rua do Ouvidor, 43
Seg. a Sex. 11:30 às 0h. Sábado 12h às 19h.
sábado, 29 de maio de 2010
Holme’s Pub – Curitiba
Rumos esteve em Curitiba. Em sua passagem rápida pela “cidade modelo” foi tentar conferir a sua boemia. A “Lapa” dos curitibanos fica no setor histórico da capital paranaense. Como só tinha duas horas para ficar, acabei parando num pub perto de uma Igreja, que parecia um bar normal. O nome do local é uma homenagem ao maior detetive de todos os tempos, Sherlock Holmes. Holme’ s Pub, como é chamado, não apresentou nada diferente. O interessante é o ambiente, uma mistura de um bar de calçada com de um pub.. Pelo que percebi estávamos rodeados de roqueiros e pessoas meio góticas. Suspeito que a freqüência desse tipo de gente é constante. Podemos dizer que senti numa “lapa” londrina. Essas misturas que só o nosso Brasil consegue ter. Todo mundo bem vestido, num boteco de rua, com uma temperatura amena. Na parte etílica, vi uma bebida que parece ser comum na região. É uma caneca de chopp, com um copo pequeno dentro de Strinberg. Na comida, como não podia ficar muito tempo, pedi uma batata frita mesmo. Bom, pena que não deu para ficar mais tempo, pois estava indo para um casamento de um amigo no interior. Fica a dica. Passando em Curitiba de um pulo no ”detetive” mais famoso do mundo. O Holme’s Pub.
Até a próxima.
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