O retorno do Rumos da Boemia também vai focar nas cafeterias. Aliais um local gostoso para estudar, ler ou até escrever (à moda antiga) como o blog sempre fez.
Café do Ponto é uma marca que o jornalista aqui gosta muito. Em seu site, você encontra não só as lojas da rede, como os tipos de café que você pode comprar nos melhores supermercados. Seu sabor e cheiro são inconfundíveis. Tem até aromatizados como chocolate trufado e Amêndoas torradas.
Se quiser apostar na sua qualidade no Rio, o estabelecimento você pode encontrar nos Shoppings Leblon, Tijuca, Barra, Metropolitano e Carioca. O Rumos escreveu essa matéria no da Tijuca.
O que é mais interessante do local é o seu “cantinho”. Fora do burburinho, ou seja, da Praça de Alimentação, o local atrai gente que quer fugir do Barulho. O que se observa que muitos curtem o Café para ler, estudar e conversar (sem precisar grita !!!). Alguns lojistas usam área para fazer entrevista de emprego.
Para fazer frente às redes como Starbucks, Browne e Califórnia Café, seu cardápio atualizou muito nos últimos anos. Mas sempre com discrição, sem aqueles Liquidificadores exuberantes. (Vide Cardápio)
Enfim, nos dias de calor, para quem quer ficar no ar condicionado no Shopping e passar a tarde lendo um livro ou estudando, é só marcar ponto no Café do Ponto.
Em breve , fotos.
quinta-feira, 17 de outubro de 2019
segunda-feira, 27 de maio de 2019
A volta no Spaghettilândia
Senhoras e senhores, depois de 6 anos o Blog esta de volta. E na sua forma mais simples, blogger ainda. Nessa fase de adaptação, em breve estaremos em algumas redes sociais. Mas vamos ao que interessa.
A apreciação da chamada “ baixa gastronomia”, seja de dia ou de noite, retorna num dos locais ícones do centro do Rio. Na Cinelândia, no restaurante “Spaghettilândia”. Não obstante, o processo desse humilde blogueiro é provar nesses lugares o Milanesa de Carne ou Frango. E numa época onde tradicionais estabelecimentos fecham, “ Spaghettilândia” sobrevive com seus “briguentos” e “antigos “ garçons.
O prato em questão estava divino. O Milanesa, sequinho e fininho, como esse jornalista gosta. Com preço accessível (R$24,00), as vezes dá para dois. E tem muita messa que faz isso. Uma dica, para quem come muito, é levar o amigo ou amiga e pedir dois pratos. Uma massa, que é a verdadeira especialidade da casa, (vide o nome) e um clássico arroz-fritas- carne. Você o consegue fazer aquele prato de “Pião” de respeito. E não passa de R$30,00 para cada um.
Então, fica a dica de curti a “urbanidade” do centro. Passear de VLT, que não sabemos se vai durar muito tempo, e ir na CineLãndia no “Spaguetolandia”.
AHHH!!!!! O local é ótimo para happy hours. Melhorou muito quando colocaram cachaças artesanais ( marcas consagradas de Salinas) no cardápio. Um dia, um garçom ficou espantado, porque um escritor que não bebe, pediu uma caipirinha sem álcool. E eles fizeram !!!! Vida longa ao Spaghettilândia.
Até a próxima.
Spaghettilândia
Rua Alvaro Alvim, 21-B - Centro
Tel. 21 2240-2891
21 2253-2456
Colaboração: Elimarcia Souza Marcondes
A apreciação da chamada “ baixa gastronomia”, seja de dia ou de noite, retorna num dos locais ícones do centro do Rio. Na Cinelândia, no restaurante “Spaghettilândia”. Não obstante, o processo desse humilde blogueiro é provar nesses lugares o Milanesa de Carne ou Frango. E numa época onde tradicionais estabelecimentos fecham, “ Spaghettilândia” sobrevive com seus “briguentos” e “antigos “ garçons.
O prato em questão estava divino. O Milanesa, sequinho e fininho, como esse jornalista gosta. Com preço accessível (R$24,00), as vezes dá para dois. E tem muita messa que faz isso. Uma dica, para quem come muito, é levar o amigo ou amiga e pedir dois pratos. Uma massa, que é a verdadeira especialidade da casa, (vide o nome) e um clássico arroz-fritas- carne. Você o consegue fazer aquele prato de “Pião” de respeito. E não passa de R$30,00 para cada um.
Então, fica a dica de curti a “urbanidade” do centro. Passear de VLT, que não sabemos se vai durar muito tempo, e ir na CineLãndia no “Spaguetolandia”.
AHHH!!!!! O local é ótimo para happy hours. Melhorou muito quando colocaram cachaças artesanais ( marcas consagradas de Salinas) no cardápio. Um dia, um garçom ficou espantado, porque um escritor que não bebe, pediu uma caipirinha sem álcool. E eles fizeram !!!! Vida longa ao Spaghettilândia.
Até a próxima.
Spaghettilândia
Rua Alvaro Alvim, 21-B - Centro
Tel. 21 2240-2891
21 2253-2456
Colaboração: Elimarcia Souza Marcondes
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Crônicas do interior - Parte 2 - Quermesse de baile de carnaval no interior paulista
Depois de uma aula de tradição de um boteco genuíno do interior, a jornada do Rumos continuou pela cidade de Americana, e fomos parar no bairro América. Lá encontramos a quermesse da Igreja Nossa Senhora das Dores. Esse evento era, na verdade, um baile de Carnaval animadíssimo, familiar, em torno de um galpão feito para eventos, atrás da paróquia. Não tinha uma bandinha, mas tinha um DJ mandando ver nas clássicas e atuais músicas de Carnaval. Tudo numa maior harmonia. Crianças brincando com confete e serpentina e todo mundo se reencontrando depois de um sábado normal de trabalho. Enfim, um ambiente super aconchegante.
Mas vamos ao que interessa! Na parte etílica, não havia cachaças, como o Rumos sempre gosta de degustar, somente cervejas básicas em latinha. Mas a comida da cantina da comunidade era caprichada: batata frita e frango assado eram os que mais saíam. E quem quisesse uma sobremesa ainda tinha uma barraquinha de churros.
O Rumos destaca essa experiência diferente, pois lembra ao blogueiro aqui, e muito, os bailes de carnaval da infância nos condomínios de São Pedro d’Aldeia. Podem me chamar de nostálgico, mas não tínhamos essa tecnologia que temos hoje e acredito que as pessoas se encontravam mais – e esse ambiente ainda é possível no interior dos estados. Não venho com juízo de valor, mas, sim, que as pessoas ainda podem ter essa sensação, de um tempo que não volta mais. E o Rumos sempre que puder vai sempre pesquisar lugares que tragam essa percepção.
Até o próximo post, pessoal!
Colaboração: Rosemary Gottardi e Lydianna Lima
domingo, 11 de agosto de 2013
Crônicas do interior - Bar do Bento
O Brasil é grande e tem muito a oferecer de cultura e diversão. Não falo em diversões sofisticadas e caras, falo de cultura de um povo simples. Falo de lugares onde você ainda vê as crianças brincando na rua, e não enfurnadas em seus quartos jogando vídeo game ou passeando nas redes sociais. Lugares onde quase todos se conhecem - e você pode ver em seus rostos o quanto são felizes -, onde há um baile de carnaval em forma de quermesse da igreja do bairro para entreter a comunidade nesses dias. Onde você encontra aquele boteco família, que tem uma boa mesa embaixo da árvore de centenas de anos à beira de uma estrada.
O Rumos passou num bairro chamado Praia Azul. Não, não estou falando de uma região litorânea. Estou falando de uma cidade do interior paulista, chamada Americana.
Lá o blog conheceu um genuíno boteco de interior chamado Bar do Bento. Fundado por Nino Gottardi, o estabelecimento é comandado pelo Sr. Bento que, com seus 70 anos, abre o bar às 6 da manhã e fecha às 9 horas da noite todo santo dia. O local é bem simples. Para se acomodar, você senta numa mesa só de concreto, embaixo das seringueiras, sentindo aquela brisa gostosa do interior. Fregueses cumprimentam todo mundo que passa. Parentes moram um ao lado da outro.
Nesse dia, passamos uma tarde inteira e o começo da noite. A parte etílica é composta por cervejas básicas e para beliscar escolhemos biscoitinho/salgadinho de bacon tipo Pingo de Ouro, mas caseiro. É claro que o Rumos não resistiu e foi ver se tinha uma cachacinha diferente e provou uma de barril, da roça, basicona, não envelhecida, e degustou outra, esta envelhecida, de Pirassununga.
O espírito do dia estava tão gostoso que às 9 da noite acabamos indo para outro evento da cidade: uma quermesse na Igreja Nossa Senhora das Dores, no bairro América, com baile de carnaval. Mas isso é para o próximo post.
O Rumos teve a honra de conhecer bares como esses, que são a essência da cultura de botecos nosso país.
Até a próxima, galera!
Colaboração: Rosemary Gottardi e Lydianna Lima
O Rumos passou num bairro chamado Praia Azul. Não, não estou falando de uma região litorânea. Estou falando de uma cidade do interior paulista, chamada Americana.
Lá o blog conheceu um genuíno boteco de interior chamado Bar do Bento. Fundado por Nino Gottardi, o estabelecimento é comandado pelo Sr. Bento que, com seus 70 anos, abre o bar às 6 da manhã e fecha às 9 horas da noite todo santo dia. O local é bem simples. Para se acomodar, você senta numa mesa só de concreto, embaixo das seringueiras, sentindo aquela brisa gostosa do interior. Fregueses cumprimentam todo mundo que passa. Parentes moram um ao lado da outro.
Nesse dia, passamos uma tarde inteira e o começo da noite. A parte etílica é composta por cervejas básicas e para beliscar escolhemos biscoitinho/salgadinho de bacon tipo Pingo de Ouro, mas caseiro. É claro que o Rumos não resistiu e foi ver se tinha uma cachacinha diferente e provou uma de barril, da roça, basicona, não envelhecida, e degustou outra, esta envelhecida, de Pirassununga.
O espírito do dia estava tão gostoso que às 9 da noite acabamos indo para outro evento da cidade: uma quermesse na Igreja Nossa Senhora das Dores, no bairro América, com baile de carnaval. Mas isso é para o próximo post.
O Rumos teve a honra de conhecer bares como esses, que são a essência da cultura de botecos nosso país.
Até a próxima, galera!
Colaboração: Rosemary Gottardi e Lydianna Lima
terça-feira, 25 de junho de 2013
Na beira da baía – Pestiqueira do Beto - Joinville
Boteco em formação. Talvez seja essa a classificação que define um pé sujo de beira de rio em Joinville (vide foto da fachada). O estabelecimento fica perto do Porto do Barco do Príncipe, um passeio tradicional na Baía de Babitonga, que vai até São Francisco do Sul.
A intenção era conhecer o Iate Clube de Joinville, mas, devido ao recesso de fim de ano, o estabelecimento encontrava-se fechado. Então, à procura de um lugar para tomar a cerveja, encontramos este bar à beira do rio.
A impressão foi das melhores: um local super hiper simples, onde come-se bem e paga-se pouco. Além da cervejinha básica, pedimos um marisco, gurjões de peixe deliciosos e sequinhos e uma porção de batata frita. Tudo muito em conta! Com as altas dos preços nos bares, principalmente no Rio, o local se torna uma “Disneylândia” dos botequeiros.
Nesse clima, o Rumos passou uma ótima tarde na varanda do boteco vendo o Barco Príncipe voltar. Só faltou uma cachacinha, que, infelizmente, eles não têm. Mas valeu a pena.
Com isso o blog deixa mais uma dica de Joinville, apesar de não ter perguntado se eles funcionam à noite (esse blogueiro é fogo...risos).
Obs.: Bom, galera, o local é tão informal que é difícil encontrar no Google. Então a dica é: o bar fica do lado do Porto do Barco Príncipe, no bairro de Espinheiros.
Segue o site do Barco Príncipe: www.barcoprincipe.com.br
Colaboração : Lydianna Lima
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Poial Tropeiro – Uma rota que não pode faltar
O Rumos continua correndo pelo Brasil afora e descobrindo a diversidade de bares, restaurantes e eventos culturais. E em Joinville nós conhecemos o restaurante Poial Tropeiro - rota da carne. A primeira coisa que chamou atenção foi a recepção com provinha de Cachaça da Terra - que nós acabamos comprando a garrafa, não só pela qualidade, mas também pelo preço (12 pilas). Mas vamos ao que interessa...
Começamos pedindo uma entrada, bem servida,, de pães de beterraba e cenoura, que inclui uma Heineken 600 ml (cerveja que, aos poucos, toma conta dos bares de todo o Brasil). Como prato principal,..., com três tipos de carnes: costela bovina, fraldinha (não é pampers! risos) e um maravilhoso filé mignon com bacon; e os acompanhamentos, que funcionam tipo refil: farofa de ovo, feijão carioca e polenta frita. Resultado: sobrou! E olhem que éramos três pessoas! Nessa farta refeição, quatro pessoas ainda pode ser pouco.
No final, claro, mais uma provinha de cachaça. Saímos de lá com um sentimento de querer voltar - não só pela simpatia dos colaboradores, como também para conhecer outras carnes e um galeto chamado Primo Canto.
Fica mais uma dica de refeição farta e em conta!
Colaboração : Lydianna Lima
Poial Tropeiro – rota da carne
Rua XV de novembro, 1903 – Glória – Joinville – SC
Tel. 47 3028-6465
www.poialtropeiro.com.br
Começamos pedindo uma entrada, bem servida,, de pães de beterraba e cenoura, que inclui uma Heineken 600 ml (cerveja que, aos poucos, toma conta dos bares de todo o Brasil). Como prato principal,..., com três tipos de carnes: costela bovina, fraldinha (não é pampers! risos) e um maravilhoso filé mignon com bacon; e os acompanhamentos, que funcionam tipo refil: farofa de ovo, feijão carioca e polenta frita. Resultado: sobrou! E olhem que éramos três pessoas! Nessa farta refeição, quatro pessoas ainda pode ser pouco.
No final, claro, mais uma provinha de cachaça. Saímos de lá com um sentimento de querer voltar - não só pela simpatia dos colaboradores, como também para conhecer outras carnes e um galeto chamado Primo Canto.
Fica mais uma dica de refeição farta e em conta!
Colaboração : Lydianna Lima
Poial Tropeiro – rota da carne
Rua XV de novembro, 1903 – Glória – Joinville – SC
Tel. 47 3028-6465
www.poialtropeiro.com.br
sexta-feira, 17 de maio de 2013
Prainha na Avenida Paulista?

É, rapaziada! Existe uma prainha na avenida mais famosa de Sampa! Mas calma! Trata-se de uma esquina onde concentram-se diversas choperias, muito parecidas, e que aqui nós chamaríamos de “Baixo Paulista”. O estabelecimento, com o nome propriamente dito, estava cheio, então o amigo paulista indicou uma ao lado, chamada Pier Paulista. Resultado: era aquela movimentação de Baixo mesmo: telas LCD's para ver o jogo do Santos em todo canto, aquela barulhada ensurdecedora que você, às vezes, tem que até gritar para conversar com outro. A curiosidade ficou por conta de alguns convidados que pediram pizza de brócolis. Eu nunca tinha visto uma! Pedi um clássico nos botecos paulistas, o sanduíche de filé mignon com queijo e bacon, bem light mesmo! E na cachaçuss (lá vem espírito de Mussum) foi uma Salinas básiquis; a cerveja eu não lembro! (risos) Mas tem uma boa variedade de nacionalidades. (vide o site). O que chamou atenção foi a mesa ao lado onde nego estava bebendo uma super taça de chope (que na verdade a mesa era do bar ao lado, pois não há chope no Pier Paulista), mas que era ENORME! Pena que não tirei foto. Numa pesquisa, descobri que se chama “Taça Maracanã”. Lembrou muito aquelas taças de sorvete do Viena, só que com chope.(risos) Na minha opinião existe um problema, principalmente para quem bebe devagar: se uma tulipa já esquenta, imagine uma taça dessa!

Bom, gente, eu não sei que nome eles dão para aglomerados boêmios, também esqueci de perguntar! Talvez eles não tenham nenhum nome. Mas os baixos deles são tão animados quanto os nossos.
Fica a dica na Terra da Garoa.
Até a próxima, pessoal!
Pier Paulista
www.pierpaulista.com.br
Al. Joaquim Eugênio de lima, 571 (50 metros da Avenida Paulista)
Colaboração: Lydianna Lima
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