terça-feira, 25 de junho de 2013

Na beira da baía – Pestiqueira do Beto - Joinville



Boteco em formação. Talvez seja essa a classificação que define um pé sujo de beira de rio em Joinville (vide foto da fachada). O estabelecimento fica perto do Porto do Barco do Príncipe, um passeio tradicional na Baía de Babitonga, que vai até São Francisco do Sul.



A intenção era conhecer o Iate Clube de Joinville, mas, devido ao recesso de fim de ano, o estabelecimento encontrava-se fechado. Então, à procura de um lugar para tomar a cerveja, encontramos este bar à beira do rio.

A impressão foi das melhores: um local super hiper simples, onde come-se bem e paga-se pouco. Além da cervejinha básica, pedimos um marisco, gurjões de peixe deliciosos e sequinhos e uma porção de batata frita. Tudo muito em conta! Com as altas dos preços nos bares, principalmente no Rio, o local se torna uma “Disneylândia” dos botequeiros.





Nesse clima, o Rumos passou uma ótima tarde na varanda do boteco vendo o Barco Príncipe voltar. Só faltou uma cachacinha, que, infelizmente, eles não têm. Mas valeu a pena.
Com isso o blog deixa mais uma dica de Joinville, apesar de não ter perguntado se eles funcionam à noite (esse blogueiro é fogo...risos).

Obs.: Bom, galera, o local é tão informal que é difícil encontrar no Google. Então a dica é: o bar fica do lado do Porto do Barco Príncipe, no bairro de Espinheiros.
Segue o site do Barco Príncipe: www.barcoprincipe.com.br


Colaboração : Lydianna Lima





quarta-feira, 12 de junho de 2013

Poial Tropeiro – Uma rota que não pode faltar

O Rumos continua correndo pelo Brasil afora e descobrindo a diversidade de bares, restaurantes e eventos culturais. E em Joinville nós conhecemos o restaurante Poial Tropeiro - rota da carne. A primeira coisa que chamou atenção foi a recepção com provinha de Cachaça da Terra - que nós acabamos comprando a garrafa, não só pela qualidade, mas também pelo preço (12 pilas). Mas vamos ao que interessa...

Começamos pedindo uma entrada, bem servida,, de pães de beterraba e cenoura, que inclui uma Heineken 600 ml (cerveja que, aos poucos, toma conta dos bares de todo o Brasil). Como prato principal,..., com três tipos de carnes: costela bovina, fraldinha (não é pampers! risos) e um maravilhoso filé mignon com bacon; e os acompanhamentos, que funcionam tipo refil: farofa de ovo, feijão carioca e polenta frita. Resultado: sobrou! E olhem que éramos três pessoas! Nessa farta refeição, quatro pessoas ainda pode ser pouco.

No final, claro, mais uma provinha de cachaça. Saímos de lá com um sentimento de querer voltar - não só pela simpatia dos colaboradores, como também para conhecer outras carnes e um galeto chamado Primo Canto.

Fica mais uma dica de refeição farta e em conta!

Colaboração : Lydianna Lima


Poial Tropeiro – rota da carne
Rua XV de novembro, 1903 – Glória – Joinville – SC
Tel. 47 3028-6465
www.poialtropeiro.com.br

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Prainha na Avenida Paulista?




É, rapaziada! Existe uma prainha na avenida mais famosa de Sampa! Mas calma! Trata-se de uma esquina onde concentram-se diversas choperias, muito parecidas, e que aqui nós chamaríamos de “Baixo Paulista”. O estabelecimento, com o nome propriamente dito, estava cheio, então o amigo paulista indicou uma ao lado, chamada Pier Paulista. Resultado: era aquela movimentação de Baixo mesmo: telas LCD's para ver o jogo do Santos em todo canto, aquela barulhada ensurdecedora que você, às vezes, tem que até gritar para conversar com outro. A curiosidade ficou por conta de alguns convidados que pediram pizza de brócolis. Eu nunca tinha visto uma! Pedi um clássico nos botecos paulistas, o sanduíche de filé mignon com queijo e bacon, bem light mesmo! E na cachaçuss (lá vem espírito de Mussum) foi uma Salinas básiquis; a cerveja eu não lembro! (risos) Mas tem uma boa variedade de nacionalidades. (vide o site). O que chamou atenção foi a mesa ao lado onde nego estava bebendo uma super taça de chope (que na verdade a mesa era do bar ao lado, pois não há chope no Pier Paulista), mas que era ENORME! Pena que não tirei foto. Numa pesquisa, descobri que se chama “Taça Maracanã”. Lembrou muito aquelas taças de sorvete do Viena, só que com chope.(risos) Na minha opinião existe um problema, principalmente para quem bebe devagar: se uma tulipa já esquenta, imagine uma taça dessa!





Bom, gente, eu não sei que nome eles dão para aglomerados boêmios, também esqueci de perguntar! Talvez eles não tenham nenhum nome. Mas os baixos deles são tão animados quanto os nossos.
Fica a dica na Terra da Garoa.

Até a próxima, pessoal!

Pier Paulista
www.pierpaulista.com.br
Al. Joaquim Eugênio de lima, 571 (50 metros da Avenida Paulista)

Colaboração: Lydianna Lima

sábado, 27 de abril de 2013

Etnia Gourmet - Uma varanda no Méier.

Em épocas de Will Smith frequentar a Casa do Bacalhau no Méier e dizer que é do bairro, o Rumos faz destaque a um lugar pertinho de onde o ator parou para um bolinho de bacalhau: o Etnia Gourmet. Mas por que falar desse lugar que é um restaurante que tem de tudo? De rodízio de pizza a comida à la carte e choperia. E ainda tem aquele showzinho ao vivo básico de vez em quando. Por que falar de um estabelecimento que faz parte de uma pequena rede que revitalizou o polo gastronômico do Méier já há algum tempo meio abandonado? Esse empreendimento foi responsável pela compra do Sindicato do Chopp do Méier - que nos anos 90 chegava a fechar às 5, 6 da manhã - e o transfomou em uma pizzaria com forno a lenha. O grupo ainda tem uma churrascaria básica que quebra o galho (serve de consolo para quem não tem dinheiro para ir num Porcão), uma padaria e uma Choperia Express, onde os chopes não têm preços tão salgados.

E por que o Rumos enrolou dessa forma? (risos) Só pra falar da varanda ( espaço cada vez raro nos bares e restaurantes ) do Etnia, que serviu para o blogueiro aqui esperar uma grande amiga, tomando seu chopinho, e lembrar da noite do bairro que, em últimas reportagens, está voltando a ser uma boa opção de lazer, principalmente com a reabertura do Imperator.

Só isso! O quê? Escreveu tudo isso para falar somente de um espaço, no qual você vê a vida passar na tradicional Rua Dias da Cruz, no Méier? Não tem nada o que fazer, né? Só ir para um novo bar e registrar no Rumos da Boemia! É, realmente nem sei como terminar esse post! (risos)



Colaboração: Lydianna Lima


Etnia Gourmet
Rua Dias da Cruz, 461 – Méier – Rio de Janeiro
Tel. 21 2566-6601

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Uma saída não planejada




Rumos sempre andando pela cidade, tentando encontrar um lugarzinho para se divertir. Numa dessas andanças, por acaso, paramos num lugarzinho bem intimista e com ambiente familiar. Sabe aquele restaurante tradicional do bairro que sempre está presente na família e moradores da área? Foi o que encontramos na Estação do Largo do Machado.
O destaque vai para a comanda de controle de chope, numa madeirinha para não voar. Os preços são razoáveis, mas a mesinha na calçada é um charme. Hoje, com o choque de ordem, é cada vez mais raro encontrar isso. O ambiente é propício para um final da tarde batendo papo com os amigos, vendo o tempo passar.







Nesse dia, estávamos mesmo fazendo hora para encontrar com outro amigo na Lapa – e fomos. Mas como temos sempre amigos que se atrasam, ainda tivemos que esperar mais. Paramos no Belmonte, que fica bem no ponto central da boemia da Lapa. Críticas à parte, por ser uma rede, o local se destaca por ser uma parada onde você sempre encontra algum conhecido passando, pois ali é bem central mesmo. Estávamos com fome, então pedimos um petisco de lá que ainda não tinha provado: a batata Belmonte. São aquelas batatas com queijo mussarela derretido e calabresa, muito comum nos botecos hoje em dia. Mas o interessante é que apesar de ser um dos petiscos mais em conta do local, é bem farto - não preciso dizer que Belmonte e toda a Lapa virou preço para turista, né?

Finalmente, debaixo de chuva, o amigo apareceu e fomos encontrar com alguns amigos dele que fazem parte da roda de jongo. A princípio iríamos ao Beco do Rato, mas como estava fechado decidimos por um pé sujo ao lado. E lá, os amigos do amigo fizeram um samba de improviso que contagiou o minúsculo bar. O Bar do Adalto é daqueles lugares que não têm frescura. Conversando com Sr.Adalto, ele explicou que a especialidade e PF, mas a noite ela acaba se tornando uma rebaba do Beco do Rato. Quanto às bebidas, logo observo as cachaças; apesar de não ter muita variedade, são oferecidas as básicas tradicionais. Bebi uma do Ceará, boa, e ainda em dose generosa de copo de cerveja.
Então, galera, fica mais um depoimento da noite. O mais interessante desse dia - e costumo dizer que essas saídas são sensacionais - é que tudo que foi combinado não aconteceu. Mas foi ótimo, pois conhecemos gente nova e também botecos novos.

Fui. Abs.
Estação largo do machado
Rua Bento Lisboa, 184 loja l
Tel. 2556-5353

Colaboração: Lydianna Lima

Bar do Adalto
(sem frescura! ) Do lado do beco do Rato. rsrsrsr



sábado, 15 de dezembro de 2012

São Francisco do Sul: Padaria Tradicional e Big Point





Rumos tenta caminhar pelo Brasil afora, a fim de proporcionar uma visão de como a boemia funciona em determinados lugares. Até nos mais tranquilos, o blog tem suas experiências. Na cidade de São Francisco do Sul, no litoral de Santa Catarina - um município muito aconchegante, com suas praias e aquele ambiente simplório de cidade pequena - o blog encontrou dois lugares especiais. A primeira visita foi a uma padaria super linda e muito organizada chamada de São Francisco do Sul, um grande ponto de encontro da cidade, pois ali perto fica o desembarque de turistas que vêm de transatlânticos ou de uma embarcação de Joinville chamada “Barco do Príncipe “para passeios diurnos turísticos. A especialidade são os doces, em especial a maravilhosa torta alemã, e o café. Estava acompanhado do meu primo e uma simpática atendente ofereceu-nos três tamanho de café. Geralmente, nas cafeterias do Rio, são só dois. Pedi o médio e a quantidade era enorme. Eu nem quis saber qual era o gigante. Quase tive uma overdose de café! (risos)





À noite fui para o maior bar da cidade, o Big Point. Fica pouco afastado do centro, no balneário. Um bar arejado, com uma varanda enorme e um parquinho para crianças atrás. Na comida o Rumos provou um pastel gostoso de carne com queijo e optamos também por uma porção generosa de batatas fritas. Os preços das bebidas destiladas são muito em conta. Mas fiquei curioso em provar uma cerveja chamada Bierbaum, um tipo artesanal fabricada em Treze Tílias, também em Santa Catarina, e é excelente! O ambiente comporta também um show de musica ao vivo, com volume bem na medida, pois ficamos perto dos músicos e não atrapalhou a conversa com os amigos. Uma curiosidade do local é um aviso no parquinho das crianças que fica atrás do estabelecimento dizendo, mais ou menos, que os adultos têm que acompanhar as crianças enquanto elas estiverem no local.











Colaboração: Lydianna Lima


Então é isso, galera! Uma opção para você passar um verão muito tranquilo é São Francisco do Sul. Um dia o Rumos volta lá!

Até o próximo post!

Panificadora e Confeitaria São Francisco
Rua Cel. Carvalho, 110
Tel. 047 3444-0838
Big Point
Av. Atlântica 838
Tel. 047 3444-6060
www.bierbaum.com.br







terça-feira, 12 de junho de 2012

Ilha Sertaneja no meio da praia

Depois de provar o pastel, e comprar as camisas indevidas (risos) - vimos à esquerda da pracinha, atrás da igreja, um estabelecimento que chamou atenção pela sua elegância. Com aparência de um restaurante mais refinado e uma varanda ótima que dá para ver as pessoas passarem e sentir aquela brisa da praia, nos deparamos com o restaurante Ilha Sertaneja. Nas observações Rumósticas Boêmicas reparamos que seu cardápio tinha uma particularidade – normalmente a caipirinha vem no cardápio - sem os sabores, os quais vocês escolhe quando faz o pedido ao garçom – em geral, limão (clássico), morango ou maracujá – já neste restaurante, há diversos sabores, separadamente, e com nomes curiosos. Victor Paes, aquele que só pensa na paz do mundo (esquece Claudio, você não é comediante) provou a Kwirinha. Isso mesmo, eles usam o nome da fruta e colocam no diminutivo, ou fazem uma outra combinação como, por exemplo, Caipiruva (vide a foto do cardápio). Vai entender, né? Brasilians criativis ( não adianta, você não é o Mussum). Há! Uma observação: a maioria das caipirinhas são feitas com a cachaça Pitu, que lá é, vamos dizer, um pouquinho melhor que aqui do Rio. Aliás, é a que domina a região. Outra novidade foi a Vodka Smirnof Black, que é importada , por apenas 9 pilas a dose. Para uma vodka de fora estava bem em conta.













Gostamos tanto do lugar, que dois dias depois resolvermos almoçar lá. Nada demais, comida a kilo básica. Mas ficamos observando os bonecos artesanais na decoração do interior do restaurante.









Então, aqui Rumos termina sua viagem a Recife, com a pretensão de voltar, e conhecer novos botecos, inclusive, os do centro e os de Olinda.

Até a próxima.

Colaboração: Lydianna Lima

Ilha Sertaneja
Praça Nossa senhora da Boa viagem
Av. Boa Viagem, 97