Aos poetas de plantão temos uma poesia sobre cachaça. Recitem, e forte abraço a todos.
A CACHAÇA
A PRIMEIRA QUEIMA A GOELA
DESCE FORTE E VAI RASGANDO,
A SEGUNDA REFESTELA
DESCE FRESCA E DESLIZANDO.
DESDE OS TEMPOS DO IMPÉRIO
QUE ELA É MUITO APRECIADA,
POBRE “BEBE” SEM MISTÉRIO
O RICO A “TOMA” VELADA.
NAS FESTAS DE “GENTE BOA”
QUASE NÃO SE FALA NELA,
MAS NA “MOITA” A TAL PATROA
É CHEGADA NA “AMARELA”.
NÃO CONHEÇO UM BRASILEIRO,
MESMO CHEIO DE CHILIQUE,
QUE IGNORE O SANTO CHEIRO
DE UMA PURA DE ALAMBIQUE.
TOME PURA OU COM RAIZ,
O IMPORTANTE É O RITUAL
DE PASSAR PELO NARIZ
BENZA A DEUS E “DESCE O PAU”.
A DANADA SEMPRE AGRADA,
SEJA PURA OU CAIPIRINHA
DENTRE TODAS DESTILADAS,
APRECIO A TAL BRANQUINHA.
O SABOR QUE ARDE E QUEIMA
TEM AROMA ORIGINAL,
E APESAR DE TANTA TEIMA
É PREFERÊNCIA NACIONAL
A LENDA DIZ QUE A PRIMEIRA
FOI JESUS QUEM PRODUZIU
O QUE ME REFORÇA A CRENÇA
luiz angelo vilela tannus
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Homenagem a cachaça 4
Ainda tem o credo do cachaceiro. Vida de pinguço é difícil. Por isso que precisa de tanta reza, srsrsrsrsrsrr . Eeee desce mais uma.…
Credo do Cachaceiro
"Creio na cachaça boa
Que é pura, imaculada
Um alimento gostoso
Que engorda o camarada
E a qual foi concebida
No alambique e e vendida
Na bodega, engarrafada
Nasceu da puríssima cana
Sofre e foi maltratada
Sob o poder da moenda
E numa cuba derramada
Ali ela padeceu
Ao alambique desceu
Aonde foi sepultada
Na caldeira ela sofreu
E já no terceiro dia
Ressurgio do alambique
veio quente e ficou fria
Subiu ao céu da boca
E com ansiedade louca
Só bebo em grande quantia
Hoje ela vive na pipa
E há de vir alegrar
Os grandes e os pequenos
Na hora que for tomar
Creio que ela é famosa
Porque cachaça gostosa
É um pecado enjeitar
Creio no espírito dela
E na santa safra que vem
Na comunicação dos tragos
E dos pileques também
Na remissão das "bicadas"
Na confusão das "lapadas"
E na ressaca eterna, amém."
Fonte : http://www.museudacachaca.com.br
Credo do Cachaceiro
"Creio na cachaça boa
Que é pura, imaculada
Um alimento gostoso
Que engorda o camarada
E a qual foi concebida
No alambique e e vendida
Na bodega, engarrafada
Nasceu da puríssima cana
Sofre e foi maltratada
Sob o poder da moenda
E numa cuba derramada
Ali ela padeceu
Ao alambique desceu
Aonde foi sepultada
Na caldeira ela sofreu
E já no terceiro dia
Ressurgio do alambique
veio quente e ficou fria
Subiu ao céu da boca
E com ansiedade louca
Só bebo em grande quantia
Hoje ela vive na pipa
E há de vir alegrar
Os grandes e os pequenos
Na hora que for tomar
Creio que ela é famosa
Porque cachaça gostosa
É um pecado enjeitar
Creio no espírito dela
E na santa safra que vem
Na comunicação dos tragos
E dos pileques também
Na remissão das "bicadas"
Na confusão das "lapadas"
E na ressaca eterna, amém."
Fonte : http://www.museudacachaca.com.br
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Homenagem a Cachaça 3
A saga etílica continua. Existe o hino do seu país, o hino do seu estado, o hino do seu clube do coração e não vai ter o hino da Cachaça? Éeeeeeee, a cachaça tem hino sim. Curtam. E não se esqueçam de pedir mais uma dose rsrsrsrsrsrsrs
Hino da Cachaça
"Com a marvada pinga é que eu me atrapaio
Eu entro na venda e já dou meu taio
Pego no copo e dali não saio.
Ali mesmo eu bebo, ali mesmo eu caio
Só pra carregá é que eu dou trabalho, oi lá
A mulher me disse, ela me falô
Largue de bebê, peço por favô
Prosa de muié nunca dei valô
Bebo com sor quente pra esfriar no calô
E bebo de noite é pra fazê suadô, oi lá
Cada veiz que eu caio, caio diferente
Meaço pra trais e caio pra frente
Caio devagar, caio de repente
Vou de currupio, vou diretamente
Mas sendo de pinga eu caio contente, oi lá
Eu bebo pinga porque gosto dela
Eu bebo da branca, bebo da amarela
Bebo no copo, bebo na tigela
E bebo temperada com cravo e canela
Seja quarqué tempo vai pinga na güela, oi lá
Eu fui numa festa no rio tietê
Eu lá fui chegando no amanhecê
Já me deram pinga pra mim bebê
Já me deram pinga pra mim bebê
Tava sem fervê
Eu bebi demais e fiquei mamado
Eu caí no chão e fiquei deitado
E, só fui pra casa de braço dado
De braço dado com dois soldado
Muito obrigado"
Fonte : http://www.museudacachaca.com.br
Hino da Cachaça
"Com a marvada pinga é que eu me atrapaio
Eu entro na venda e já dou meu taio
Pego no copo e dali não saio.
Ali mesmo eu bebo, ali mesmo eu caio
Só pra carregá é que eu dou trabalho, oi lá
A mulher me disse, ela me falô
Largue de bebê, peço por favô
Prosa de muié nunca dei valô
Bebo com sor quente pra esfriar no calô
E bebo de noite é pra fazê suadô, oi lá
Cada veiz que eu caio, caio diferente
Meaço pra trais e caio pra frente
Caio devagar, caio de repente
Vou de currupio, vou diretamente
Mas sendo de pinga eu caio contente, oi lá
Eu bebo pinga porque gosto dela
Eu bebo da branca, bebo da amarela
Bebo no copo, bebo na tigela
E bebo temperada com cravo e canela
Seja quarqué tempo vai pinga na güela, oi lá
Eu fui numa festa no rio tietê
Eu lá fui chegando no amanhecê
Já me deram pinga pra mim bebê
Já me deram pinga pra mim bebê
Tava sem fervê
Eu bebi demais e fiquei mamado
Eu caí no chão e fiquei deitado
E, só fui pra casa de braço dado
De braço dado com dois soldado
Muito obrigado"
Fonte : http://www.museudacachaca.com.br
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Homenagem a Cachaça 2
Hoje, tem, mas um texto do site do Museu da Cachaça de Pernambuco.
“Padre Nosso dos Cachaceiros”, nem sabia que tinha isso. É mole……
Curtem, e boa cachaça pra vocês………….
“Padre Nosso do Cachaceiros”
"Pai Nosso que estais no céu
Fazei a cana crescer
Com um inverno sadio
Pra ela amadurecer
Porque ela é saborosa
E dá cachaça gostosa
Pra todo mundo beber.
E santificai a cana Porque ela é excelente Venha a nós um copo cheio Que bebo e fico contente
Na cachaça me confio
Se estou quente fico frio
Se estou frio fico quente.
E seja feita avontade
De quem bebe todo o dia
Na terra como no céu
Da boca, só bebo fria
A cachaça é o pão nosso
Ter prazer nem alegria.
E perdoai os pecados
De quem gosta de aguardente
Fazei que o dono da venda
Perdoe a conta da gente
Quem vive só embriagado
Merece saer perdoado
Para beber novamente.
E não nos deixe cair
Embriagados, porém
Livrai-me de pagar tudo
E da ressaca também
Um pedido quero fazer
Durante enquanto eu viver
Não me falte a cachaça. Amém.
Fonte: http://www.museudacachaca.com.br/painos.html
Fui beber mais uma dose, srsrsrsrsrsr…..
“Padre Nosso dos Cachaceiros”, nem sabia que tinha isso. É mole……
Curtem, e boa cachaça pra vocês………….
“Padre Nosso do Cachaceiros”
"Pai Nosso que estais no céu
Fazei a cana crescer
Com um inverno sadio
Pra ela amadurecer
Porque ela é saborosa
E dá cachaça gostosa
Pra todo mundo beber.
E santificai a cana Porque ela é excelente Venha a nós um copo cheio Que bebo e fico contente
Na cachaça me confio
Se estou quente fico frio
Se estou frio fico quente.
E seja feita avontade
De quem bebe todo o dia
Na terra como no céu
Da boca, só bebo fria
A cachaça é o pão nosso
Ter prazer nem alegria.
E perdoai os pecados
De quem gosta de aguardente
Fazei que o dono da venda
Perdoe a conta da gente
Quem vive só embriagado
Merece saer perdoado
Para beber novamente.
E não nos deixe cair
Embriagados, porém
Livrai-me de pagar tudo
E da ressaca também
Um pedido quero fazer
Durante enquanto eu viver
Não me falte a cachaça. Amém.
Fonte: http://www.museudacachaca.com.br/painos.html
Fui beber mais uma dose, srsrsrsrsrsr…..
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Homenagem a Cachaça 1
O dia da cachaça já passou, mas o Rumos não deixa de homenagear a bebida mais brasileira de todas. Este blog vai começar uma série de notas de tributo a “Marvada”.
No site do museu da cachaça em Pernambuco existem algumas citações no mínimo engraçadas. Hoje coloco no blog os diversos nomes que a bebida tem por esse Brasil afora.

Lembrando que não somos cachaceiros e sim cachaciers, srsrsrsr.
Fonte: http://www.museudacachaca.com.br/AaZ.html
Até a próxima pessoal.
No site do museu da cachaça em Pernambuco existem algumas citações no mínimo engraçadas. Hoje coloco no blog os diversos nomes que a bebida tem por esse Brasil afora.

Lembrando que não somos cachaceiros e sim cachaciers, srsrsrsr.
Fonte: http://www.museudacachaca.com.br/AaZ.html
Até a próxima pessoal.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Santa Teresa Armazém S. Thiago
Que Santa é uns dos bairros mais charmosos do Rio de Janeiro já não é novidade. Numa sexta-feira com amigos, depois de umas sessões de Anima Mundi (Sensacional!!!), fui parar lá. Os bares do Largo dos Guimarães cheios resolvi andar um pouquinho, sair da muvuca e parei no Bar do Gomes, que na verdade se chama Armazém S. Thiago. Um boteco fundado em 1919. Uma relíquia da velha e baixa gastronomia da cidade. Evidentemente, com adventos estéticos da boemia carioca nos últimos tempos, o armazém deixou de ser armazém em 2006 e virou um “pé limpo”.
O lugar é um “museu” de estabelecimentos do gênero. Sua decoração se manteve como nos tempos áureos da cidade maravilhosa com móveis antigos, caixa registradora do início do século, geladeiras de madeira e lindas prateleiras.
Na parte etílica, diversas marcas de cachaças. Neste dia bebi Vale Verde e Água da Bica. Na cerveja curti a Serra Malte para dar uma variada. O croquete alemão, perfeito. E pra fechar, tirinhas de frangos sempre acompanhada de mostarda preta.
Segundo o texto do seu cardápio, o local é freqüentado por pessoal de todas as tribos. Mas o que vi foi muita gente da área. Estava com amigo de lá, que não parava de falar com seus vizinhos. Enfim, essa velha ambiência de cidade do interior que todo mundo se conhece, na qual só encontramos em poucos e tradicionais bairros da cidade hoje em dia.
Então, indo para Santa, passe no Armazém São Thiago. Mais Histórias do local é só ir ao site ai embaixo do próprio estabelecimento. Até a próxima pessoal.
Armazém São Thiago
Rua Áurea, 26 – Santa Teresa – RJ
(Bondinho linha Paula Matos)
Tel. 21 22320822
http://www.armazemsaothiago.com.br/
O lugar é um “museu” de estabelecimentos do gênero. Sua decoração se manteve como nos tempos áureos da cidade maravilhosa com móveis antigos, caixa registradora do início do século, geladeiras de madeira e lindas prateleiras.
Na parte etílica, diversas marcas de cachaças. Neste dia bebi Vale Verde e Água da Bica. Na cerveja curti a Serra Malte para dar uma variada. O croquete alemão, perfeito. E pra fechar, tirinhas de frangos sempre acompanhada de mostarda preta.
Segundo o texto do seu cardápio, o local é freqüentado por pessoal de todas as tribos. Mas o que vi foi muita gente da área. Estava com amigo de lá, que não parava de falar com seus vizinhos. Enfim, essa velha ambiência de cidade do interior que todo mundo se conhece, na qual só encontramos em poucos e tradicionais bairros da cidade hoje em dia.
Então, indo para Santa, passe no Armazém São Thiago. Mais Histórias do local é só ir ao site ai embaixo do próprio estabelecimento. Até a próxima pessoal.
Armazém São Thiago
Rua Áurea, 26 – Santa Teresa – RJ
(Bondinho linha Paula Matos)
Tel. 21 22320822
http://www.armazemsaothiago.com.br/
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Vitória Lanches- Comida Caseira de Qualidade
Nem sempre podemos levar para nosso trampo a maravilhosa comida de casa. Então, no centro da cidade, podemos achar ambientes onde há rango caseiro de qualidade.
E um desses lugares é o Vitória Lanches.
No local encontramos o velho e bom papo de futebol entre os clientes e os donos do estabelecimento. Uma lanchonete como outra qualquer, vendendo salgados e sanduiches. Só que na hora do almoço eles preparam aquela gororoba caseira de qualidade. Desde 1956, a casa é comandada por três gerações de sócios, hoje, chefiada por Luiz e Márcio, na qual estão no balcão sempre te servindo e conversando contigo.
O preço é muito em conta, geralmente um PF custa em média R$ 10 reais. No cardápio tem a tradicional carne assada, típica desses lugares e com certeza é a mais pedida. Eu, para não perder a prática, sempre peço um milanesa de carne que por sinal estava ótimo. O feijão é gostoso. Não se come feijão em qualquer recinto, mas o dele pode confiar. Lá, não tem frescura, o cliente enche o bucho no balcão mesmo. Agora, uma dica. Chegando na hora do almoço o ponto fica cheio, então paciência e esperar a sua vez.
Enfim, não deixe de dar uma passada no Vitória Lanches, uma boa opção da comida de sua casa, e em conta.
Vitória Lanches
Rua Gonçalves Dias, 16B- Centro
E um desses lugares é o Vitória Lanches.
No local encontramos o velho e bom papo de futebol entre os clientes e os donos do estabelecimento. Uma lanchonete como outra qualquer, vendendo salgados e sanduiches. Só que na hora do almoço eles preparam aquela gororoba caseira de qualidade. Desde 1956, a casa é comandada por três gerações de sócios, hoje, chefiada por Luiz e Márcio, na qual estão no balcão sempre te servindo e conversando contigo.
O preço é muito em conta, geralmente um PF custa em média R$ 10 reais. No cardápio tem a tradicional carne assada, típica desses lugares e com certeza é a mais pedida. Eu, para não perder a prática, sempre peço um milanesa de carne que por sinal estava ótimo. O feijão é gostoso. Não se come feijão em qualquer recinto, mas o dele pode confiar. Lá, não tem frescura, o cliente enche o bucho no balcão mesmo. Agora, uma dica. Chegando na hora do almoço o ponto fica cheio, então paciência e esperar a sua vez.
Enfim, não deixe de dar uma passada no Vitória Lanches, uma boa opção da comida de sua casa, e em conta.
Vitória Lanches
Rua Gonçalves Dias, 16B- Centro
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